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OS REIS MANDÕES



					    
Existiu em tempos longínquos um reino, em que dois monarcas que fizeram parte duma dinastia antiga, apresentavam-se sempre nas sessões de má semblante. Um deles tinha sido rei em duas dinastias e o outro governou apenas um mandato. Os indivíduos que as representavam, um tinha por cognome - O Sapo e outro – O Lagarto. O Sapo e o Lagarto estabeleceram entre os dois um certo pacto para a sua acção governativa. No período de tempo em que reinava o Lagarto, exigiu este, que o Sapo lhe servisse de vassalo. Acontece que durante o período em que o Lagarto governava, faltou o sal na dispensa do palácio. Então este arranja um pretexto e castiga todo o povo, por não terem sabido prevenir a falta do sal em todas as dispensas, e, cada individuo, teria que dirigir-se às salinas do reino e transportar no dorso o maior peso que pudesse suportar. Os homens levaram a acarretar o sal durante todo o dia e noite para o palácio. Mas o Sapo pediu ao rei que o dispensasse de tal castigo por não ter capacidade física para aguentar pesos. O pobre do Sapo andava aos saltos todo o caminho a vigiar os homens apenas e já não aguentava o cansaço, quanto mais carregar. Passado algum tempo surge uma revolução que depôs o Rei Lagarto, subindo ao trono régio o Sapo. O Sapo quando subiu ao trono, nas festas da sua proclamação, ordenou ao Lagarto que fosse também seu vassalo, tal como o ex -monarca havia procedido com ele, e que sempre que houvessem festas seria obrigado a tocar o batuque. O Lagarto suplicou ao Sapo que o poupasse desse castigo porque ele não tinha mãos para tocar aquele instrumento, por isso era impossível cumprir a sua vontade. Mas o Sapo não atendeu ao seu pedido e quando este foi tocar bateu com a cabeça na pele do batuque e caiu fulminado por uma congestão. O pobre do Lagarto ainda ao dar o último suspiro, rogou-lhe a seguinte praga: “Haveras de ficar com um sapo na língua para não proferires sentenças malditas”, e assim ficou o ditado: Tenho um sapo na língua, e o outro respondia: “Amanhã tens outro”. Respondendo o calejado a seguir: Nem este nem outro! Este conto tradicional teve o epílogo que entre os monarcas se registava: “Quero posso e mando”.
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Comentários dos leitores

O poder é perigoso na mão de quem não conhece limites.

Postado por lucia maria em 10-10-2012

É complicado ter poder, quando não sabemos usá-lo.

Postado por Annacelia em 31-10-2007

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