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KELVINS & YOLANDA



					    
RUBEMAR ALVES Lógica nenhuma, porém ELA pesquisou na Internet... e usou depois: 1 - Letra K - Em inglês, abreviaturas de King (rei), Knight (cavaleiro) e kindengarten (jardim de infância). Em física, símbolo de Kelvin. Em química, símbolo de potássio (do latim ‘kallium’). 2 - Letra Y - Origem no alfabeto fenício, passou pela Grécia e caiu no alfabeto latino. Letra comum em espanhol. Em química, símbolo de ítrio. (Numa casa ajardinada, num condomínio chique, paulistano de nome London Garden, a placa “A K - 12 school” - ELA traduziu como ‘Uma escola até 12 anos’. Cada uma!!!) A moça aceitara o desafio de escrever um CONTO cujo título começasse pela letra K, depois sugeriram Y, tiraram, voltaram ao K... ELA se aborreceu e decidiu encaixar as duas letras, fosse lá como fosse. “ERA UMA VEZ (Once upon a time...) um King cuja quase-namorada Yolanda era professora num kindengarten, dançava o flamenco ao som de castanholas, e um Knight se apaixonou por ela. Escolheu este, casou, fizeram 7 k-zinhos... THE END” Editor do site literário recusou. “Aumente isso, use a imaginação, a criatividade. Volte à adolescência quando “justificava” aulas extras na escola, por isso chegava tão tarde em casa. A seu favor, no bom tempo, sabia inventar (Mil e Uma?) estórias...” “Ahn, meu Amo e Senhor, pensarei...” K-I, SHE... and K-II (O REI, ELA... E O OUTRO) KELVIN I era o rei no mundo da fantasia: Escorpiano, prepotente, mandão, quase um ditador. Digitavam-se. Mas aí ELA conheceu outro, de nome igual, que ficou sendo KELVIN II: Ariano, charmoso, simpático, alegre. Muita diferença: K-I era todo formal e a chamava de “Senhorita YOLANDA”; K-II ficou logo íntimo e criou um apelido, “Amiga YOLE”. A confusão começou quando o King-Rei soube da existência do Knight- Cavaleiro cortejador de chapéu emplumado na mão. “Cortem-lhe a cabeça! Cortem...” - Quando garoto, lera em *LEWIS CARROLL, pretendeu imitar, mas em seu país a pena de morte havia sido extinta por ELE mesmo (novo Rei de Copas?) há 3 semanas, desistiu. K-I quis aparecer como galã rejuvenescido, escureceu o cabelo, propôs um termo carinhoso: “Agora para mim você vai ser YOLE! Super Amiguinha nunca dividida com nenhum bobo da corte - minha ou corte de outros reis safados... como eu...” Ah, ELA tremeu, temeu e se assustou. Mandou um poema (lindo?) e um queijo branco mineiro: presente de aniversário para a Princesa. Parecia um complô masculino de Dom Ratão e Senhor Camundongo contra a fêmea Ratinha: K-II teve um impulsivo rompante de insegurança e formalidade, verdadeiramente dez anos de idade menos que o outro, e resolveu usar agora inteiro o nome dela com as 7 letras (número fatalmente cabalístico!), “YOLANDA!” Justificou-se: “Não que EU seja ciumento, mas tomo cuidado com o que me pertence...” Ah, ELA se arrepiou e assombrou todinha. Mandou um discurso (lindo!) e um quilo de pó de café paulista: presente de aniversário para a Princesa. “Dupla personalidade? Dois em um? Como feijão-arroz, leite-café, pão- queijo, vinho-copo, xampu-creme, lápis-apontador (aqui, censura grave).........?” K-I exigia primazia: “Tenho meus direitos porque EU a conheci primeiro, uns 3 meses antes desse vigarista. Se algum dia chegarem juntos dois e-mails (certa vez, chegaram, sim, ambos às 23:22) ou um de nós aparecer na sua casa, quem você mandará entrar e na cara de quem irá bater a porta?” Diferença: K-II era mais afetuoso - “Oi, minha doce Ratinha, estou muito feliz de ser seu Amigo!!!” ELA, intelectual e astuciosa Geminiana, lera em ISOLDA QUENTAL (final do capítulo 17), interessante livro do escritor brasileiro SILVINO BASTOS: “(...) os cristais reagem em menos de um minuto e sublimam, ou seja, passam do estado sólido diretamente para o estado gasoso, sem derreter”. Interessante! Boa fonte de inspiração. Ou intertextualidade? Tirou simbolicamente a coroa de K-I, isto é, despediu-o dizendo que ELA não existia, era fruto da imaginação dele (botou o cara doidinho e mudo!) e ELE fora apenas um laboratório vivo por mais de um ano. Sublimou-se para o enjoado. Casou com o Gigante K-II e, segundo consta, vivem muito felizes. Permutaram: ELE aprendeu Kulinária e ELA foi ser professora numa escola de Ydiomas. ----------------------------------------------------------------------------- NOTA DO AUTOR: *LEWIS CARROLL - Pseudônimo do escritor inglês CHARLES LUTWIDGE DODGSON (1832/1898), professor de matemática superior, que viveu no longo reinado da Rainha Vitória, satirizada no livro. Realismo maravilhoso ou mágico ou absurdo (corrente do ‘nonsense’: questionamento do excesso do realismo vitoriano) na obra ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, inventada em 1862 durante um passeio pelo rio Tâmisa, com amigos e três meninas, incluindo a futura heroína ALICE com 10 anos de idade. Livro publicado em 1865, manuscrito vendido em 1932 a um colecionador americano por mais de 2 milhões de cruzeiros. F I M
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Comentários dos leitores

Grande ATHINGANOI, gostei da "viagem". Muito imaginativa. Sinto-me honrado por sua citação de Isolda na história. Valeu! Vale também destacar a revisão do texto, que não deixou passar nada. Parabéns à revisora, também! Congratulations!

Postado por Silvino em 04-04-2016

Na estória da vida real, assim como aqui, a moça não sublimou Kelvin I, não sumiu com ele, sublimou a si própria como se fosse ilusão-obsessão da cabeça do petulante "King". Bela sátira! Gostei.

Postado por lucia maria em 22-03-2013

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