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A PROTETORA DO ANJO-PARTE II



					    
RUBEMAR ALVES Deus acima de tudo e de todos (ELE acredite e concorde ou não, ELA é brabíssima e dispensa a opinião dele...), mas são os zelosos e protetoríssimos anjos da guarda que cuidam particularmente de nós aqui embaixo. ELA o chama de “meu anjo da guarda”, sempre violenta contra quem o perturba (“Tadinho, frágil e indefeso!”), de modo que fica difícil saber quem-defende(e-protege)-quem... Sofrimentos antigos, estórias acabadas nunca retornam. Se tal acontecesse, ou no momento da dor lacrimosa ELA indicaria outros caminhos para um final feliz ou o tornaria invisível a olhos e ações de pessoas más, ELE tendo sempre eterna razão até mesmo quando nunca teve razão alguma. Num sábado, por exemplo, como adivinhar, ter certeza, se às 21 horas o “quase-um-santo”, até aí quietinho em casa, digitando e-mail para ELA, alegando sempre ao final da noite hábito desde a infância de trajes edênicos sem folha de parreira, está de fato a caminho do sono, grande cama descritiva ‘para uma só pessoa’, ou começando diante do espelho a escolher entre a camiseta verde (a esperança - de doce companhia feminina? - é a última que morre...) ou a camisa azul combinada com o sapato fechado, certa gravata escura de riscos e......... Recebendo visitante? Indo aonde? Com quem ou ao encontro de quem? Principalmente: fazer(-em, juntos) o quê? Existe proteger de longe quem está indo espontaneamente ao encontro do perigo? Na verdade, perigo imaginário. Ciúme nunca... quem disse? Com que direito? Amizade apenas fraterna. Permitido usá-lo, sem abusar muitas vezes repetidas, desde que devolva no capricho o bonequinho de estimação que ELA por certo irá conferir em ultrassonografia. Não retirar nem apêndice nem amídalas... Acreditar que domingo é dia de lavar carro (um dia ELE será co- protagonista de novo filme: “Ah, se meu carro falasse...”), escrever textos inocentes (que no outro dia ELA corrigirá sorrindo), porém logo em seguida pedir almoço por telefone (para uma só ou duas pessoas?), uma dança ao som da tevê, um descanso abraçadinhos no sofá vermelho e depois estudar o Vade- Mécum em companhia da (da? uma?) co-le-ga (palavra comum a dois gêneros, a gramática diz: gênero ou sexo?) da faculdade........ Pronto: hora da preocupação muuuuuito maior. “Camisinha, sempre” - ELA por demais intrometida em todos os assuntos. Enfim, segunda-feira, dia de trabalho, anjinho muitas horas seguidas entre as paredes da empresa sanguessuga que às vezes o requisita para... trabalho extra (?) nos dias de folga. Será realmente v e r d a d e? ELA suspira e perdoa. Perdoa???!!!... F I M
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Comentários dos leitores

Este "ELE" deve ser um tremendo camundongo enrolador e esta "ELA" um doce ratinha protetora. Não ciúme e sim cuidar com carinho do que 'nos' pertence, como por exemplo um amigo. Parabéns!

Postado por lucia maria em 03-07-2013

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