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PUDIM DE QUEIJO...PODRE?!



					    
Inicial momento político muito pesado (pouco menos que cinco décadas antes destas passeatas em 2013), no Rio de Janeiro até para os manifestantes sérios e bem (?) intencionados havia motivo para festa. Protestos tragicômicos em muitos momentos. Qualquer dia e hora... Contra ou a favor? Nem sabiam direito o assunto e a opinião - trilhos de bonde interrompidos com silenciosos e infinitos jogos de dominó ou paciência - pares dançando valsa (é... mini vitrolinhas de pilha grande tocando o romântico alemão JOHANN STRAUSS) - imenso grupo de mãos dadas, caminhando a favor do vento, com lenço e com documento, ou brincando de roda: “Marcha, soldado, cabeça de papel...” “Nesta rua, nesta rua tem um bosque, que se chama, que se chama Solidão...” “Sou mineira de Minas, mineira de Minas Gerais...” Bom, lá vinha a polícia com tiros para o alto, bombas de gás lacrimogêneo... e borrachadas. Minha (futura) AMIGA carioca percebeu, puxou um AMIGO dela pela mão, desceram para o sub solo do prédio comercial no centro da cidade, ofegantes, e logo muitas outras pessoas correram n a mesma direção. Medo dá fome. Ou desejo de gulodice? Pequeno bar, vitrine e balcão, nada de mesa, quadro do time do Almirante na parede, ELA viu um pudim de gemas, amarelinho, céus, Idade Média, Castelo de Guimarães, os primórdios da doçaria portuguesa! (Versão que as claras serviam para engomar as roupas das freiras, na época.) Vaca é vaca (ou cabra é cabra?), queijo é queijo - deve ter começado com Eva... Pediu uma fatia, o rapaz imitou. Aí, o empregado brasileiro “avisou” que não comessem pois era pudim de queijo... podre. Pequeno alvoroço porque outras pessoas já estavam querendo também. Patrão português, bigode característico, torcia os pelos de um lado e outro e resmungava que o empregado (na verdade, filho que ELE fizera com a cozinheira flamenguista escurinha) queria desmoralizá-lo, o queijo do pudim não era podre coisa alguma, que comessem sem susto algum. ELA salvou a situação (grande colaboradora de um jornal feminino): variedade de receitas tradicionais, bases centenaríssimas, e uma delas mandava ‘envelhecer’ o queijo branco, esquecido dias e dias em água salgada, modernamente na geladeira, até amarelar um pouquinho e o cheiro ficar mais forte; muitas gemas, açúcar, manteiga mínima, colheres poucas de leite, algum amido de milho, depois liquidificador, calda queimada com essência de amêndoas ou passas, banho-maria, forno quente. “Ah, é?” E todos c aíram de boca no pudim de queijo ‘não-podre’. Delícia cremosa! F I M
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Comentários dos leitores

Você de um minuto de tagarelice faz um texto perfeito como se tivesse assistido, só que errou, tá? - o valseiro vienense JOHAN STRAUSS II. A receita é essa: calda antes, depois queijo. Delícia! Parabenzão!!!

Postado por lucia maria em 27-10-2013

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