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PAGU...POR ACASO



					    
Uma das mais polêmicas e revolucionárias mulheres do século XX! Patrícia Rehder Galvão. Bom, pelo menos o Pagu valeu como pseudônimo sem precisar de maiores (ou menores) explicações. Erro de Raul Bopp, que a imaginara Gular... e sugeriu um nome artístico bem curto, porém marcante, formado pelas sílabas iniciais de seu nome. Geminiana (só podia ser!) de 9 de junho de 1910, paulista de São João da Boa Vista. Brasileirinha e perseguida na década de 20 por questões políticas. Diz-se que o talento literário já teria surgido em 1922, tempo da famosa Semana da Arte Moderna, e aos 15 se assinava em jornais personalisticamente Pagu. Precoce, cercada por intelectuais modernistas, suas atitudes e seus pensamentos pregavam a emancipação feminista. Por volta de 1930, casou com Oswald de Andrade, tiveram um filho, Rudá, e participou, por muitos considerada musa, do Movimento Antropofágico na “Revista de Antropofagia”, fase mais radical, anticatólica e esquerdista na ‘segunda dentição’. Levou o marido a assumir posições de esquerda e se filiar ao PCB, o que refletiu em sua obra futura. Militando no PC, ela escreveu na década de 30 o romance proletário “Parque Industrial”, primeiro dessa temática na nossa literatura, obra publicada em 1933, sob o pseudônimo de Mara Lobo. Como jornalista, viajou ao redor do mundo, e entre outras personalidades conheceu Sigmund Freud que entrevistou em viagem à China. Filiou-se em Paris ao PC francês. Depois, fim do casamento com Oswald, agitação política e “inaugurou” a prisão feminina política, 5 anos detida nos porões da ditadura Vargas pela militância proibida. Em 1945, divergiu dos caminhos do Partido, juntou-se a dissidentes trotskistas e terminou expulsa. Libertada, foi jornalista no Rio e em São Paulo. Com Geraldo Ferraz, seu marido com quem teve segundo filho, e Mário Pedrosa fundou o jornal Vanguarda Socialista”. Mulher muito à frente de seu tempo, de postura ousada e inquietante, em 1950, candidatou-se a deputada federal pelo PSB – desiludiu-se, afastou-se da política e ingressou na Escola de Arte Dramática de São Paulo, dedicando-se ao teatro em Santos, onde traduziu e dirigiu textos de vanguarda, até sua morte em 1962 naquela cidade. FONTE: “Mulher moderna com quatro letras” – Revista Kalunga – SP, junho/2003 // Recorte sem título – Revista O Globo, Rio, 1/2/04. F I M
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Comentários dos leitores

Sim, feminista braba Geminiana e feliz. Como sempre, mulher que se destaca não é bem aceita. Parabéns!

Postado por lucia maria em 13-02-2016

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