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O HOMEM, AS VIAGENS-CDA-TRABALHO II



					    
O que possa ter ficado faltando......... “O homem, bicho da Terra tão pequeno.........” - CAMÕES já dissera isto em “Lusíadas”, Canto I, Estrofe 106. VOCABULÁRIO - cometa, astro errante de cauda luminosa, que descreve órbitas muito alongadas, ‘agendadas’ em torno do sol / estrela - astro que tem luz própria / galáxia, via láctea / insiderável (neologismo), espacial-solar / módulo, veículo espacial / planeta, astro sem luz própria que gravita em torno de uma estrela, assim como a Terra em torno do sol / ser extraterrestre (o badalado E. T. cinematográfico) / sideral, relativo aos astros ou espaço celeste. Palavra ‘astronauta’, astro, corpo celeste + nauta, aquele que viaja ou navega através do espaço celeste + sinônimo ‘cosmonauta’, de cosmos, universo. Neologismos semânticos, novos sentidos - “Marte...quadrado” - desprovido de atrativos, sem graça; “Júpiter...fossa” - desalento, desânimo, depressão, angústia. “...o homem...humaniza Marte / com engenho e arte.” - de novo CAMÕES, “Busque Amor novas artes, novo engenho.........” Gíria - “fundir a cuca, pensar demasiado. No tradicional poema épico, tema fora do eu” do poeta. Poema épico atual, mais uma vez nenhum problema íntimo e sim um fato do mundo exterior... e bota exterior nisso, lá looooonge. Problema universal que envolve toda a humanidade - saiu um tanto de moda (tal como a gíria sob constante metamorfose), auge nos anos 60-70, muito entusiasmo: preocupação com a conquista do espaço e o desinteresse do “com-viver” (viver ‘com’). O homem atual /além de terríveis guerras no Oriente Médio, minha ironia: nada mais é “dangeroso”/ é menos cauteloso e assustadiço com qualquer novidade que não vá além das telenovelas, até que surrealista. Astronauta russo YURI GAGÁRIN, 12 de abril de 1961, primeiro homem (corajoso!) a entrar em órbia ao redor da Terra, nave especial Vostok II (e a Vostok I não teve estória?), no espaço sideral durante 1 hora e 48 minutos, tempo “in-ter-mi-ná-vel” suspenso para ele e o mundo... Jamais irá (iria, melhor dizendo) descer?! Desceu. Depois é depois: 1969 (como demorou, hein?!), astronauta norte-americano ATIL ARMSTRONG pisando o solo da Lua num 21 de julho, nave espacial Apolo 11. Vaidade humana, clima de humor cáustico no poema, homem planta “bandeirola na Lua” Pois é. Lua, Marte, Vênus... “Sol, falso touro espanhol”, um dia talvez “domado”? É muito quente. O homem conquista o universo exterior sem viagem ‘especial’ , viagem ao mundo interior, meditar e avaliar sobre o que há dentro de si próprio. - - - - - Poema (de 1967) O NOVO HOMEM É fantástico o homem de plástico... o show da vida (agosto/1973). “O homem será feito em laboratório. /DRUMMOND profeta em 1967?!/ (...) acabou com o Homem / Bem feito.” VOCABULÁRIO - antigório, muito antigo / canjerê, reunião de pessoas para a prática de feitiçaria / elidir, eliminar / maroto, esperto / mito, ideia falsa sem correspondente na realidade / marceja, ave de dorso escuro e cabeça preta / anexo, ligação, elo / patriarca, o mais velho / ‘per omnia secula’, do latim, por todos os séculos / retorta - vaso apropriado para operações químicas / standard, modelo. Neoconcreto - estilo de época dentro do Modernismo que incorpora o lado físico do poema ao fazer poético, dando pouca importância à forma e às palavras. Ideia futurista, fatos que ainda não acontecem. Basicamente, embora “novo” homem feito em laboratório, produto industrial = homem antigo. Pais poderão escolher o tipo de filho - sábio, ministro, , metalúrgico, advogado, romancista-contista-cronista-articulista, ‘poetista’, artista em geral... vagabundo, pilantra ou pilintra... como qualquer objeto desejado na vitrine, mas nunca político ou de 1.99 - será diferentes dos pais e totalmente independentes. Tudo muito bem feitinho. Interessante! Nunca mais existirão beatniks e hippies revolucionários fora do padrão escolhido? LEIAM meus trabalhos “Projeto mala única” e “Geração(-óes) rebelde(-s) - Parte III”. F I M
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Comentários dos leitores

O ser humano será sempre o mesmo dependente de colo materno... `Não fossem duas mães de nome Isabel, nem Colombo viajaria nem terminaria a escravidão no Brasil. Parabéns!

Postado por lucia maria em 14-05-2017

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