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ESCRIVÃO CAMINHA E OUTROS



					    
1---QUINHENTISMO, referencial cronológico - século XVI, Portugal, fim da Idade Média (concepção teocêntrica) e ingresso na idade Moderna (período das grandes transformações culturais, sociais, políticas e econômicas. Europa até o século XVII: grandes descobrimentos, aparecimento do comércio e da vida urbana, invenções e melhoramentos técnicos, teoria do heliocentrismo /Sol no centro do Universo/, duplo movimento da Terra, reforma protestante, invenção da imprensa.........) - ordem (ou desordem?) e p r o g r e s s o. - - - - - Literatura informativa ‘sobre’ o Brasil e não literatura ‘do’ Brasil - CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA: - “Esta terra, Senhor, (...) será tamanha (...) e a terra por cima toda chã e muito cheia de grandes arvoredos. (...) Nela, até agora, não pudemos saber que haja nenhuma coisa de metal ou de ferro (..) Águas são muitas; infindas. (...) querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem.” / Tema abstrato - novidades, sua grande extensão e o que ela pode oferecer à Coroa portuguesa. / Assunto concreto - a terra recém-descoberta (ou procurada e finalmente “achada”?). / Texto descritivo - objetividade. / Terra Brasil, natureza paradisíaca, mito do eldorado X Reino, o elemento explorador. - - - - - 2---SÉCULO XX, crítica sobre a carta do escrivão-mór, poema de MURILO MENDES, profissões versáteis e atividades diplomáticas e culturais na Itália a partir de 1957, poeta do modernismo brasileiro: CARTA DE PERO VAZ (1932) --- paródia - imitação burlesca e zombeteira “A terra é mui graciosa (...) Se for embora d’aqui,” 19 versos heptassílabos (redondilha maior) / terra Brasil - beleza, abundância, mito do eldorado; “Senhor” é D. Manuel, o rei de Portugal - tom satírico, humorismo mordaz-picante-corrosivo; “a arca”, interesse econômico sobre a nova terra. - - - - - 3---SOBRE NUDEZ, encontro de duas culturas bem diferentes, fonte de temas e teorias --- CAMINHA - “Ali andavam entre eles três ou quatro moças bem moças e gentis com cabelos muito pretos compridos pelas espáduas e suas vergonhas tão altas e tão saradinhas e tão limpas das cabeleiras que de as nós muito olharmos não tínhamos nenhuma vergonha.” - trocadilho com a palavra ‘vergonha’: órgão sexual’ e ‘sentimento de pudor’ - impactos iniciais aos olhos do europeu de Velho Mundo e mudança gradual de comportamento do observador europeu agora no Novo Mundo. // Mais tarde, Francisco e Caetano cantão algo como “não existe pecado ao sul do Equador”. // SÉCULO XX - 1---OSWALD DE ANDRADE, poeta modernista, livro “Pau-Brasil” (1924), no poemeto “as meninas da gare”: “Eram três ou quatro moças bem moças e (...) nenhuma vergonha.” - mesmo texto, porém ‘gare’, plataforma de embarque e desembarque de passageiros, sugestão de assistirem à chegada dos passageiros e depois (censurado).........” --- DARCY RIBEIRO, antropólogo, escritor e político, em “Segunda nova carta de Pero Vaz de Caminha”, abril de 1960 (está na Internet): “Agora todas se cobrem de telas, mas com tal arte e malícia que mais despidas parecem. Esse alguma cousa perderam da inocência com que d’antes mostravam com as vergonhas tão nuas muito ganham na desenvoltura.........” - - - - - 4---FADO TROPICAL, de CHICO BUARQUE DE HOLANDA: “Ai esta terra ainda vai cumprir seu ideal, / Ainda vai tornar-se um imenso Portugal.” (Refrão.) --- Esse ideal foi cumprido? LEIAM meu trabalho “(R-)Evolução da literatura ocidental etc. - III - Sementes da nossa literatura”. F I M
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Comentários dos leitores

Sim, todos que se encantam, cantam (desde Caminha a nossos dias: CBH, CV e muitos outros)nossa terra. Meio doentinha de vez em quando, mas logo reage... Parabéns!

Postado por lucia maria em 14-05-2017

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