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CINDERELA DE SAPATO NOVO



					    
No tempo da dureza, “todos os sapatos são reconstituídos, renovados e outros ‘res-‘ desagradáveis”. (Pesquise palavras, caro leitor). Despesas de casa bem maiores, preços subindo como balão de gás, receita menor sem aumento de salário, somente de trabalho. Havia um par vermelho, baixo, tipo mocassim, imitando sapato granfino de verniz (o tal de couro ‘vitello’), confortável, mas um tanto amarfanhado, sem brilho... Sapateiro (italiano, baixa escolaridade formal, porém super extra hiper culto /dava um show detalhado sobre o Renascimento/ e amador cantor lírico: impressionante), nele! Preço baixinho, voltou lindo, cara de novo, um charme. Calçou e foi trabalhar toda prosa e exibida. Fingiu até matar barata invisível. São Pedro certamente de mau humor, como se diz, ‘mar não está peixe hoje’, ou perdera a chave. O tempo mudou total. Saiu do escritório às seis horas, fila do ônibus cobertura pouca, vareta do guarda-chuva quebrou; ela, um pinto (tem feminino?) de vestido grudado no corpo, já bem molhada e friorenta. Uma hora de viagem ou mais. Chuva aumentou muito. Saltou na esquina da rua onde morava. Banca de jornal coberta por uma lona, bobagem, mas tentou cobrir-se. “Ai, me larga!” Rapaz chegara antes dela e lá ficaram agarrados. “Querem uma carona?” Identificado depois, vizinho que os conhecia apenas de vista, os três morando perto. Foi a primeira a saltar. Na esquina de casa, bueiro aberto, forte água corrente, enfiou a perna... “era uma vez” o sapato ‘pitanguizado’ da Cinderela. F I M
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Comentários dos leitores

Dois príncipes e perdeu o sapato.................. Haverá outro que lhe calce uma sandália dourada? Parabéns!

Postado por lucia maria em 21-05-2017

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