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ESTÓRIAS CARIOCAS SEM CRONOLOGIA-PARTE VIII



					    
RIO DE JANEIRO HISTORICAMENTE RELIGIOSO 1---PADRES, isto é, sacerdotes católicos em geral, sempre na História e nas estórias da cidade, em grupos assim distribuídos: Jesuítas no Morro do Castelo (posteriormente demolido, ficou o nome no local), Carmelitas no Largo do Paço (atual praça XV - mudaram-se para Santa Teresa), Beneditinos no Morro de São Bento e Franciscanos no Morro de Santo Antônio. Em tempo anterior a 1889, os registros de nascimentos eram feitos nas igrejas dos bairros e a maioria das escolas pertenciam às igrejas. As festas eram religiosas, com missa, procissão e barraquinhas, como ainda hoje, pretexto para encontro de namorados ou paqueras, só na base de olhares discretos e silenciosos. Na época anterior à República, só existia casamento religioso. Sinos tinham função importante de comunicação porque anunciavam horas, nascimentos, mortes, incêndios e até o horário de escravos voltarem para casa (pelo menos até 1888)... 2---Algumas IGREJAS antigas - 1--Igreja de São Sebastião - A princípio um templo de palha, homenagem ao patrono da cidade, fundado por Estácio de Sá na praia Vermelha (Urca); depois, cidade transferida em 1567 para o Morro do Castelo, novo templo construído no alto; derrubado este, os frades franciscanos capuchinhos ergueram suntuosa igreja no bairro da Tijuca, onde estão enterrados os ossos mortais de Estácio de Sá, fundador da cidade, assim como exposto o marco de pedra da fundação da cidade e a imagem original trazida de Portugal pelo mesmo Estácio; eterna tradição da bênção toda primeira sexta-feira do mês, para boa sorte. // 2--Igreja de Nossa Senhora do Outeiro - no Moro da Glória, entre os bairros da Glória e do Catete, local onde e realizou a batalha que expulsou os franceses em 1567 - possui museu com joias e tapeçarias oferecidas à Santa. A igreja gozou da preferência da imperatriz Leopoldina, atribuindo-se à santa ter salvo D. Pedro I de sérias consequências numa queda de cavalo. // 3--Igreja e convento de Santo Antônio - Construído por frei Vicente do Salvador na Colina de Santo Antônio, Largo da Carioca, granito retirado do próprio local, concluído em 1607: trabalhos de destacados artistas coloniais em pintura e escultura. Igreja ricamente decorada e várias tapeçarias com desenhos de milagres. Numa das celas do convento, foi redigido o “Manifesto do Povo”, em 9 de janeiro de 1822.pedindo ao príncipe regente D. Pedro I que ficasse no Brasil. Parte do morro foi demolido para a construção da avenida Chile, conservadas as construções religiosas. O convento possui 100 celas e riquíssima biblioteca. // 4--Igreja de Nossa Senhora da Candelária, a mais antiga da cidade- Praça Pio X, início da avenida Presidente Vargas; primeira capela pedra fundamental assentada em 1630. Consta que o navegante. Antônio Martins de Palma, surpreendido por violenta tempestade, invocou Nossa Senhora e prometeu um templo onde aportasse. No Rio, fez construir a capela; mais tarde, começou a ser erguida em 1755 a atual igreja, terminada em 1810. Os painéis representam a viagem de Palma e a construção do templo, em cumprimento da promessa. A porta principal , toda em ferro trabalhado, é cheia de detalhes curiosos, cini cachos de uvas e dois anjos. A primeira missa ali rezada foi assistida por D. João VI. // 5--Mosteiro de São Bento - Construído no século XVII em local elevado para maior proteção, numa das encostas do Morro de São Bento, verdadeiro museu de arte dos séculos XVII e XVIII, berço da pintura no Brasil. Frei Ricardo do Pilar, nosso primeiro pintor, viveu ali durante 30 anos - várias pinturas suas na sacristia, incluindo a obra-prima “O salvador”; outro grande artista foi frei Domingos da Silva que produziu ornamentos e esculturas, destacando-se o crucifixo do coro; na capela principal, o candelabro de prata é obra de Mestre Valentim; a igreja possui as imagens coloniais de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e a do Santíssimo Sacramento. // 6-- Igreja de Santa Luzia, rua homônima. Originou-se de um santuário de 1752, capela dedicada à santa. Na época da construção, o local era a praia de Piaçaba. FONTES: Recortes diversos --- Livro “Gente do Rio, Rio da Gente”, 1996. F I M
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Comentários dos leitores

Estas as primeiras e principais igrejas católicas do Rio, sendo sentinela a da Glória, predileta da Família Imperial, no alto, espiando o mar. Acho que você está deixando de ser agnóstico. Parabéns!

Postado por lucia maria em 27-05-2017

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