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ESTÓRIAS CARIOCAS SEM CRONOLOGIA-PARTE XV



					    
SANTA CRUZ é um bairro cheio de infinitas es(his)tórias ocultas ou a descoberto para contar. Longe do centro da cidade?! Foi um dos territórios mais importantes na formação do Rio de Janeiro. Os jesuítas exploravam estas terras, construíram engenhos de açúcar e a Fazenda Santa Cruz, além de um colégio (onde hoje está o Hospital Pedro II) - sempre com mão-de-obra escrava. Depois da expulsão legitimada dos jesuítas (tinha ocorrido muito antes, em 1759), a Família Imperial em 1808 tomou conta do lugar e nesse período recebeu como visitantes o pintor Debret e o naturalista Langsdoff - abriram-se estradas, importante área agrícola. Interessante a cruz erguida no mirante pela Família Imperial. Na Fazenda Imperial de Santa Cruz (hoje Batalhão Villagran Cabrita, prédio larguíssimo, 3 andares, infinitas janelas, farto gramado à frente), passavam parte do verão e a região foi palco do tórrido romance de D. Pedro I e Domitila de Castro, a Marquesa de Santos - cartas do (futuro ou quase? ou já? ) imperador declarando sua paixão pela paulista, assinando-se “O Demonão”. --- Rico em paisagens e memórias, o trajeto da nobreza de São Cristóvão, residência, imediações com o Caju (banhos de mar...) a Santa Cruz, fazenda - ao longo do percurso, 57 marcos (tótens), a maioria na zona oeste, muitos com placas ou indicações. A etiqueta de ‘títulos de grandeza’ na época era ter ao menos 3 propriedades: no campo, no centro da cidade e uma fazenda. Quando D. João VI chegou ao Brasil, tratou logo de definir onde teria palácios e quintas: tomou pose, decorou a Quinta da Boa Vista (São Cristóvão), moradia campestre, e o Paço imperial como moradia urbana, centro da cidade, burburinho do comércio; ficou tão encantado com a propriedade rural de um nobre que o coitado a doou para ele. Assim, três propriedades! Viagem tortuosa e lenta (muito antes de asfalto e carros), o chamado Caminho Imperial - poeira, balanço dos carros de boi, porém a beleza de rios, vegetação e vistas deslumbrantes. Muitas partes do percurso foram destruídas, logicamente, pelo progresso, contudo a Praça do Canhão, no Campo de Marte, ainda mantém o traçado original da época. Facilmente localizados os marcos 9 e 10 em grande rua de Campo Grande. Merece visita a Ponte dos Jesuítas, em Santa Cruz, construída no século XVIII pela ordem religiosa, para controle das enchentes, ainda com parte da formas originais (teve um pilar roubado), para controle das enchentes. FONTES: “Um rolé por Santa Cruz: sede de jesuítas e de realeza” --- “Viagem da nobreza passo a passo: Contam que o rei passou por aqui...” - Rio, jornal O GLOBO, 27/6 e 23/7/15. F I M
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Comentários dos leitores

Região histórica de que existem muitas construções antigas que você nem pode imaginar de longe. Boa pesquisa. Parabéns!

Postado por lucia maria em 28-05-2017

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