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ESTÓRIAS CARIOCAS SEM CRONOLOGIA-PARTE XXIV



					    
1---RUA DA AJUDA - Ainda quinhentista, uma das poucas nomeadas que restaram......... Outrora teve grande extensão, começando nas proximidades da atual Rua São José, em frente à Igreja de N. S. da Ajuda, fundada por volta de 1590, e terminando à beira-mar, junto à Lagoa Grande, mais tarde denominada Lagoa do Boqueirão. A lagoa foi aterrada no fim do século XVIII para dar lugar ao Passeio Público, primeiro jardim público da cidade. Antigamente, a rua foi habitada por grandes famílias de cristãos-novos, ‘acusados’ (coitados!) de praticarem às escondidas ritos judaizanttes. Após 1808, passou a se chamar afrancesadamente Rue D’Ajude porque nela se instalaram os profissionais liberais da Missão Francesa convidada por D. João VI, como o artista plástico Debret, alguns vindo com a corte portuguesa; Em 1822, foi articulada numa das residências a resistência às ordens das Cortes Constituintes (nenhum rei governa sozinho...) portuguesas que exigiam o retorno de D. Pedro I (não é telenovela!) a Portugal e também iniciada a petição do “Fico”: mais de 9.000 assinaturas. Na famosa Chácara da Floresta, convertida no quartel general dos liberais moderados, foi tramado o golpe de Estado que deveria consolidar a hegemonia desta facção política nos agitados dias de 1822. --- Na segunda metade do século XIX, nesta rua funcionou o Jardim da Flora, teatro mais popular da época, mais tarde denominado Fênix Dramática, onde em 1869 foi encenada a peça “Zé Pereira”. --- Ao início do século XX, a maior parte da rua desapareceu, incorporada à Avenida Central (atual Rio Branco), aberta em 1904. Da rua original, restou um pequeno trecho, entre as atuais avenidas Rio Branco e Nilo Peçanha; em 1962, denominação para Melvin Jones, homenagem ao fundador do Lions Club.popularmente não pegou, e as autoridades municipais restituíram o nome tradicional de valor histórico. 2---PASSEIO PÚBLICO - Construído no fim do século XVII com o aterro da Lagoa do Boqueirão, identificada região do Rio de Janeiro muito poluída e despovoada, que recebia o esgoto dos moradores colonos portugueses. A decisão de aterrar a área ocorreu após uma grave epidemia de gripe, doença associada às condições insalubres da lagoa, iniciativa tomada pelo então vice-rei - novo acesso entre o centro e a zona sul da cidade O Passeio Público foi construído entre 1779 e1783, tarefa a cargo de Mestre Valentim, o melhor escultor da época, material vindo do desmonte de uma encosta, o Morro das Mangueiras, que ficava onde hoje é a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. FONTES: “Cantos e recantos do Rio” - PCRJ / S. M. Culturas - recorte sem data --- “Memória: lagoa foi aterrada” - Rio, jornal O GLOBO, 23/9/16. F I M
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Comentários dos leitores

Confidências sobre as ruas antigas do Rio de Janeiro ainda não perigoso. Amo o Passeio Público. Parabéns!

Postado por lucia maria em 11-06-2017

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