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POESIA MARGINAL



					    
Absolutamente, nada ‘daquilo’ ilegal ou anticonstitucional que se possa imaginar... Surgida na década de 70. Trata-se (Tratou-se) de um novo (já velho, mas não caduco...) movimento poético, convencionalmente chamado de ‘marginal’ (significa ‘à margem de’) ou de “geração do mimeógrafo, bem pensado, bem definido pelos autores com recursos próprios e proporcionalmente pouco divulgado-valorizado. Poemas muito diversificados, temas do cotidiano, tom coloquial, influência dos concretistas e do poema-processo, ironia e desprezo ao ‘bom gosto’, distribuídos e/ou vendidos em volantes, isto é, folhas soltas manuscritas (céus, uma a uma?!), mimeografadas (hoje, seriam digitadas), xerocadas ou pequenos volumes produzidos artesanalmente, circulação restrita, tiragem limitada, edições não comerciais... Bares, restaurantes, portas de cinema-teatro e universidades. Em maioria, jovens poetas iniciantes, raízes nos movimentos de liberação e contracultura, especialmente nos States, literatura ‘underground’ (fora dos padrões normais) norte-americana - é, década anterior ao tempo dos hippies... o referencial mais próximo do nosso tropicalismo. “Extensão II”, ALCIDES BUSSI - Pus a vida / em minhas mãos / e as mãos no fogo... / A vida ferveu. --- “Recuperação da adolescência”, de ANA CRISTINA CÉSAR - é sempre mais difícil / ancorar um navio no espaço --- “Reflexo condicionado”, de ANTÕNIO CARLOS BRITO - pense rápido /Produto Interno Bruto / ou / brutal bruto interno / ? --- “Revolução”, de CHICO ALVIM - Antes da revolução eu era professor / com ela veio a demissão da Universidade / Passei a cobrar posições de mim e dos outros / (meus pais eram marxistas) / Melhorei nisso... / hoje já não me maltrato / nem a ninguém --- Sem título, de MARCELO DELABELA - abaixo a carestia / chega de comer angu / sim & solidão --- Sem título, de PAULO LEMINSKY - nuvens brancas / passam / em brancas nuvens --- Sem título, de CÁTIA BENTO - PEGA LADRÃO! / Alguém tirou / um pedaço / do meu / P”O --- Sem título, de NICOLAS BEHR - quem teve a mão decepada / levante o dedo - - - - - ---Não há como analisá-los: muitas possibilidades. Fica aqui, pelo menos, o meu registro......... F I M
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Comentários dos leitores

Sou fã dos clássicos - carinho especial na imaginação: Bilac (solteiro da aquele da porta da Colombo) e Bandeira (solteiro da Lapa e outros locais conhecidos). Valor a estes (antigos jovens) que você citou. Parabéns!

Postado por lucia maria em 17-06-2017

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