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Estória um tanto antiga, mais de quinze anos. Minha AMIGA foi visitar uma prima e levara de casa um tubo de creme dental, aquele famoso amarelinho (ficou na história: 51% do mercado!), o “K... y...” - distraiu-se, tirou da bolsa apenas a escova, depois recolheu o tubo alheio que usara. ----- As mulheres da casa deram falta do objeto. “Artigo barato... prejuízo mínimo!” Sim, mas não é nada agradável ficar a nenhum assim de repente... Estoque zero. Nenhum é nenhum! O ultimo no estoque, comércio um tantinho longe e a fulana teria que trocar a roupa, não sair à rua com traje desbotado de casa. Dois filhos rapazes, trabalhadores, porém meio “doidinhos”... Início da noite, interrogou-os. Não viram, não pegaram, não sabiam de nada. Acusados de distração e colocarem num bolso qualquer ou levar para casa de amigo ou namorada. Não sabiam mais a roupa usada antes, momento do seqüestro. Cabides do banheiro? Remexeram o cesto de roupa suja... nada! Aí, a “sujeira” foi outra. Irmão acusaram-se mutuamente. Um desviara meio quilo de queijo branco, mãe imaginando ter ficado no balcão do mercado. Outro assumiu ter levado às escondidas o baralho, herança do pai, para jogar (ficou nervoso, errou feio... para jogar “sinuca”, nunca mais trouxe de volta. Lavaram perante a mãe muita ‘roupa suja’ e parecia confessionário de primeira comunhão em que menino é interrogado pelo padre sobre sexo solitário (pecar contra a castidade?!) ou em boa companhia e abre mentalmente o livro das estorinhas... (EU não falei nada, dedos cruzados nas costas: “Nunca fiz estas coisas, ‘doutor padre. Sou um cristãozinho inocentérrimo!” - onde aprendera esta palavra?) ----- No dia seguinte, indignados com a acusação, saíram para o trabalho sem o café da manhã. “O do pé-sujo é muito melhor!” (Ou a atendente lourinha?) Raiva idiota! ----- A tia telefonou para perguntar à visitante se por acaso levara o creme dental. Ora, assim de imediato era impossível responder. Abriu a bolsa e de fato estavam lá... dois tubos. Detalhe. Seu próprio tubo apresentava um defeitinho, estranho amassado na base - o tudo que usou era ‘assim’, igualzinho, achou que era o dela, trouxe para casa. Concluiu-se, ao telefone, defeitinho reproduzidos e distribuídos aos milhares... ao longo do Brasilzão, nada absurdo. Pode acontecer! E certamente aconteceu. Sobrou para a avó, a caminho da feira- livre, escolher os produtos alimentícios, preocupação de nenhuma banana... amarela. F I M
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Comentários dos leitores

Esse tipo de roupa suja nunca fica suja eternamente. (Conheço o incluso menininho "super inocente".) Parabéns!

Postado por lucia maria em 07-10-2017

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