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POESIA CONCRETA OUTRA VEZ-PARTE III



					    
POESIA CONCRETA - um dos movimentos da vanguarda brasileira cuja eficiência extravazou dos limites literários e passou para a publicidade atual - o significado de um poema concreto é o próprio poema. CONTEXTO  (ou PRÉ-TEXTO) - Vaso sanitário ou “Santo Alívio”.  //  TEXTO - DISENFÓRMIO  (pesquisem:  poema fácil de achar), de DÉCIO PIGNATARI, um dos heróis do Concretismo.  //  PRETEXTO (interpretação):  eficiente comunicação gráfica - o antes  /sujeito com cara horrível gemendo de vergonha, aflição ou dor/  e o depois  /rindo à toa, já aliviado/  ---  não retrato, mas palavras como variante vocabular desses anúncios - a sequência das palavras  mostra a regressão da ‘doença’ como efeito do medicamento  ---  o anúncio   /desenho sob a forma de poesia concreta e desenho é signo porque representa o desenhado/  mostra visivelmente que o produto laboratorial ataca o mal por todos os lados  ---  parte central do poema originalmente na cor vermelha - por tradição,  nas mensagens visuais o vermelho é aliado à possível coisa desagradável, o que pode ser perigo, aborrecimento (ou, ao contrário, em excesso, como em certas embalagens comerciais de refrigerante unversal), o que é o caso dessa ou de qualquer outra doença:  o vermelho vai se extinguindo, surgem as letras pretas e somente ao final aparece o nome do medicamento. Versão contemporânea da publicidade convencional farmacêutica de OLAVO BILAC nos bondes sobre remédio anti-bronquite -  versão do poeta estar sem dinheiro  (como sempre... porque hoje ele escreveria uma telenovela global, horário ‘pesado’ perto de 23 horas, ou música paulista sertaneja nos intervalos de ‘olhar o mulherio passante' na porta da Confeitaria Colombo, Rio de Janeiro) e o amigo BASTOS TIGRE, outro poeta, mais tarde escolhido como patrono da biblioteconomia, tempo da Bélle Époque, mais um boêmio intelectual, o ajudou,  cedendo a autoria... LEIAM meus trabalhos “Anúncio há quer ser criativo!!!” - Partes I - II, e “Bélle époque e outros”. NOTA DO AUTOR: Nem todo signo é desenho - o ideograma,  escrito por idéias, é desenho da coisa, dando o significado de um conjunto, já a letra é apenas um signo de som, fonema, despojado de qualquer significado.  Quando surgiu, em tempos remotos, a letra era ainda um ideograma, desenho de alguma coisa, e só mais tarde passou a representar o som inicial da coisa desenhada.  Exemplo:  V (letra ou gesto) = Vitória. F  I  M          
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Comentários dos leitores

Excelente aula! O concretismo é pura criatividade, por vezes engraçada... Parabéns!

Postado por lucia maria em 30-12-2017

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